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Há
mais de 40 anos o Bar Léo serve o mais saboroso chopp Brahma,
que
chega na mesa dos clientes a 0º C, acompanhado por um saboroso
colarinho cremoso
com quase 5 cm de espessura.
A qualidade do Bar Léo foi recentemente reconhecida pela
Brahma, com o
certificado de "Real Academia do Chopp", concedido pela
empresa a
proprietários de bares e funcionários.
O
prêmio foi criado em 2001 e já em outubro de 2002
o Bar Léo literalmente “levantou o caneco”
de “Diplomata do Chopp” e de "Rei do Colarinho".
O primeiro título é concedido aos donos de bares
que servem o chopp Brahma e o 2º é dado aos tiradores
de chopp. Para conseguir esses prêmios são necessário
alguns requisitos. Duas vezes por ano a companhia Brahma faz uma
vistoria nos bares que comercializam seus produtos e analisa desde
a limpeza e higiene do trabalho, até a temperatura que
o chopp chega para o cliente, passando pelo manuseio dos barris
e o tamanho do colarinho. |
Para
garantir o sabor e a cremosidade do colarinho os copos são
cuidadosamente lavados em sabão neutro de origem alemã,
proporcionando um creme de consistência e de durabilidade.
Os barris são acondicionados em locais refrigerados
entre 2ºC e 7ºC para não perder as características
originais. Para isso, o Bar Léo dispõe de uma
câmara fria junto a chopeira, mantendo assim a temperatura
ideal longe do calor e do sol.
Ter o reconhecimento de uma grande companhia certamente é
motivo de orgulho para o Bar Léo, que há mais
de 40 anos mantém-se fiel ao chopp Brahma. Entretanto,
a satisfação do cliente é o maior patrimônio
do bar, pois são justamente os bons bebedores de chopp
que garantem o mais importante diploma do mundo: a casa cheia.
"Somente
uma valiosa recompensa levaria tantos paulistanos a se deslocar
até ali, sob o risco de ficar em pé na calçada
e de acatar um implacável horário de funcionamento.
Para os bons de copo, não há dificuldade que
os distancie do glorioso chopp do Léo, eleito pela
terceira vez o melhor da cidade " REVISTA VEJA SÃO
PAULO ". Com o falecimento, em janeiro de 2003, do empresário
Hermes de Rosa – único proprietário do
bar desde 1960, a sexagenária casa está agora
sob os cuidados da viúva, Dna Célia, e do Sr:
Waldemar Pinto, que assumiu a gerência no início
de 2003. Nada mudou nos minuciosos procedimentos com a bebida.
Diariamente, logo cedo, os caminhões da Brahma entregam
os barris, que seguem para uma câmara fria. Antes de
alcançar a torneira, o líquido atravessa um
pré-resfriador e uma serpentina envolta em gelo. Por
fim, ao chopeiro Joaquim Fernando Lopes Santos, na função
há quinze anos, é confiada a tarefa de deixar
o copo com milimétricos três dedos de creme.
Nas tardes de sábado, quando suas dezessete mesas mal
dão para o começo, são consumidos 150
litros por hora. Os famosos bolinhos de bacalhau fazem tabelinha
perfeita com a bebida. " REVISTA VEJA SÃO PAULO
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